Explosão aconteceu durante cerimônia de formatura em hotel na capital da Somália
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Pelo menos 23 pessoas, incluindo três ministros do Governo Federal de Transição, morreram nesta quinta-feira (3) em um atentado suicida em Mogadíscio, capital da Somália.
O balanço anterior era de 19 mortos. O atentado, executado durante a cerimônia de formatura de uma turma de medicina em um hotel, é o mais grave desde o início da rebelião supostamente coordenada pela rede terrorista Al Qaeda.
Um médico do hospital Medina, o principal de Mogadíscio, afirmou:
- Durante a noite morreram três pessoas internadas, entre elas um jornalista freelancer. Também encontramos o corpo de mais um civil.
O ataque deixou pelo menos 60 feridos.
Nesta sexta-feira (4), os insurgentes islamitas Shebab negaram envolvimento no atentado suicida.
O xeque Ali Mohamud Rage, porta-voz oficial dos Shebab, declarou:
- Soubemos da tragédia pelos meios de comunicação. Não temos nenhum envolvimento neste incidente, os mujahedines shebab não cometeram tal ato.
Ali Mohamud Rage atribuiu a responsabilidade do atentado ao "governo apóstata" do presidente somali, o xeque Sharif Ahmed.
O atentado de quinta-feira matou o ministro da Educação Superior, Ibrahim Hasan Addow, o da Educação, Mohammed Abdulhai Waayel, e a ministra da Saúde, Qamar Aden Ali. O ministro dos Esportes, Suleyman Olad Roble, ficou ferido.
O balanço anterior era de 19 mortos. O atentado, executado durante a cerimônia de formatura de uma turma de medicina em um hotel, é o mais grave desde o início da rebelião supostamente coordenada pela rede terrorista Al Qaeda.
Um médico do hospital Medina, o principal de Mogadíscio, afirmou:
- Durante a noite morreram três pessoas internadas, entre elas um jornalista freelancer. Também encontramos o corpo de mais um civil.
O ataque deixou pelo menos 60 feridos.
Nesta sexta-feira (4), os insurgentes islamitas Shebab negaram envolvimento no atentado suicida.
O xeque Ali Mohamud Rage, porta-voz oficial dos Shebab, declarou:
- Soubemos da tragédia pelos meios de comunicação. Não temos nenhum envolvimento neste incidente, os mujahedines shebab não cometeram tal ato.
Ali Mohamud Rage atribuiu a responsabilidade do atentado ao "governo apóstata" do presidente somali, o xeque Sharif Ahmed.
O atentado de quinta-feira matou o ministro da Educação Superior, Ibrahim Hasan Addow, o da Educação, Mohammed Abdulhai Waayel, e a ministra da Saúde, Qamar Aden Ali. O ministro dos Esportes, Suleyman Olad Roble, ficou ferido.
A explosão aconteceu no hotel Shamo, no reduzido setor da capital somali controlado pelo governo. Os explosivos foram detonados por um estudante.
O governo de transição de Ahmed, no poder desde janeiro, controla apenas alguns bairros de Mogadíscio, com o apoio de 5.300 homens da força de paz da União Africana (Amisom), e enfrenta as milícias Shebab e o grupo Hezb al-Islam.
A Somália não tem um governo efetivo desde a queda do presidente Mohamed Siad Barre, no início da década de 1990.
O governo de transição de Ahmed, no poder desde janeiro, controla apenas alguns bairros de Mogadíscio, com o apoio de 5.300 homens da força de paz da União Africana (Amisom), e enfrenta as milícias Shebab e o grupo Hezb al-Islam.
A Somália não tem um governo efetivo desde a queda do presidente Mohamed Siad Barre, no início da década de 1990.
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